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Official ceremony featuring military parade and firefighters in Mato Grosso, Brazil.

O que é a triagem START no atendimento a múltiplas vítimas?

A triagem START no atendimento a múltiplas vítimas é um protocolo sistematizado que permite ao socorrista classificar rapidamente feridos em situações de desastre, acidentes com múltiplos envolvidos ou grandes emergências — tudo isso em questão de segundos por paciente. O nome START vem do inglês Simple Triage and Rapid Treatment, ou seja, Triagem Simples e Tratamento Rápido, e seu objetivo central é garantir que os recursos disponíveis sejam direcionados a quem tem maior chance de sobreviver com intervenção imediata.

Na prática, o método organiza as vítimas em quatro categorias — identificadas por cores — com base em três parâmetros avaliados em sequência: respiração, perfusão e nível de consciência. Essa lógica simples e reproduzível faz do START um dos protocolos mais adotados por equipes do SAMU, bombeiros e resgatistas ao redor do mundo, justamente porque funciona mesmo sob pressão extrema e com equipes reduzidas.

Entender como esse protocolo funciona é fundamental para qualquer profissional que deseja atuar no atendimento pré-hospitalar com segurança e eficiência. Conhecer a teoria é o primeiro passo — mas é na simulação realística, com vítimas e cenários reais, que o socorrista aprende a executar a triagem com a velocidade e precisão que uma emergência exige.

O que é a triagem START e para que serve

Em incidentes com múltiplas vítimas, o tempo é o recurso mais escasso e decisivo. A triagem START (Simple Triage and Rapid Treatment) é o protocolo internacionalmente consagrado para classificar rapidamente as vítimas conforme a gravidade clínica, determinando quem deve ser atendido e transportado primeiro. Trata-se de uma ferramenta de decisão estruturada que permite ao socorrista, em menos de um minuto por pessoa, atribuir uma cor (vermelho, amarelo, verde ou preto) que orienta toda a cadeia de salvamento, do atendimento no local ao hospital de referência.

Definição e origem do método START (Simple Triage and Rapid Treatment)

O método foi desenvolvido em 1983 nos Estados Unidos, fruto da parceria entre o Hoag Hospital e o Corpo de Bombeiros de Newport Beach, na Califórnia, em resposta à necessidade de um sistema simples e replicável diante de desastres de grande porte. Sua proposta é radicalmente pragmática: avaliar quatro parâmetros objetivos — deambulação, respiração, perfusão e estado neurológico — sem exigir equipamentos complexos nem diagnóstico médico aprofundado. O socorrista não trata no momento da triagem; apenas classifica, executa intervenções salvadoras pontuais (abrir vias aéreas e conter hemorragias exsanguinantes) e segue para a próxima vítima. Esse desenho permitiu que o protocolo fosse adotado por bombeiros, equipes de SAMU, militares e organismos internacionais em todo o mundo.

Quando e por que a triagem START é utilizada em incidentes com múltiplas vítimas (IMV)

O START é acionado quando o número de vítimas supera a capacidade imediata de atendimento da equipe disponível — situação tecnicamente denominada Incidente com Múltiplas Vítimas (IMV) ou Mass Casualty Incident (MCI). Em cenários como colisões com ônibus, desabamentos, explosões, incêndios em locais de aglomeração ou desastres naturais, atender cada pessoa individualmente pelo padrão convencional levaria ao colapso operacional e à morte evitável de pacientes recuperáveis. A lógica do protocolo inverte a prioridade clínica habitual: em vez de tratar primeiro o mais grave, prioriza-se quem tem maior chance de sobreviver com intervenção rápida, maximizando o número total de vidas salvas com os recursos disponíveis.

Como funciona o protocolo START passo a passo

A aplicação do método segue uma sequência fixa de quatro avaliações, executadas com rapidez em cada vítima. O objetivo é gastar, em média, 30 a 60 segundos por pessoa, identificando a categoria de prioridade e fixando uma etiqueta colorida (tag) visível. Conheça cada etapa.

Passo 1 – Avaliação da deambulação: vítimas que conseguem andar

A primeira ação do socorrista, ao chegar ao cenário, é emitir um comando verbal claro e alto: “Todos que conseguem ouvir minha voz e andar, dirijam-se até este ponto”. Quem se levanta e caminha sozinho é classificado como verde (Mínimo). Essa manobra simples retira do cenário, em segundos, dezenas de pessoas com lesões leves, permitindo que o socorrista concentre a atenção em quem permaneceu caído. É uma triagem de massa instantânea, sem toque físico nem exame individual.

Passo 2 – Avaliação da respiração: presença, ausência e frequência

Nas vítimas que permaneceram no chão, o segundo parâmetro é a respiração. Se a pessoa não respira, o socorrista realiza uma única manobra de abertura de vias aéreas (elevação do mento ou tração da mandíbula). Se mesmo assim não retomar a respiração, é classificada como preta (Expectante). Se voltar a respirar com a manobra, recebe a etiqueta vermelha (Imediato). Caso respire espontaneamente, avalia-se a frequência: acima de 30 incursões respiratórias por minuto, classifica-se como vermelha; abaixo desse valor, passa-se ao próximo critério.

Passo 3 – Avaliação da perfusão: tempo de enchimento capilar e pulso radial

Com a respiração estabilizada e dentro do esperado, avalia-se a perfusão sanguínea. O método clássico utiliza o tempo de enchimento capilar: pressiona-se o leito ungueal e observa-se quanto tempo o sangue leva para retornar. Acima de 2 segundos, ou em ambientes de baixa iluminação onde a leitura é difícil, verifica-se a presença do pulso radial. Pulso radial ausente ou enchimento capilar lentificado indicam choque e enquadram a vítima como vermelha (Imediato). Nesse momento, contém-se qualquer hemorragia visível antes de prosseguir.

Passo 4 – Avaliação do estado neurológico: resposta a comandos simples

Se respiração e perfusão estão adequadas, o último passo é o estado neurológico. O socorrista solicita comandos simples, como “aperte minha mão” ou “abra os olhos”. Quem não responde ou não obedece a comandos é classificado como vermelho (Imediato), pois há rebaixamento do nível de consciência compatível com lesão grave. Quem responde corretamente, com respiração e perfusão preservadas, recebe etiqueta amarela (Urgente) — está grave, mas pode aguardar atendimento por algum tempo sem deterioração imediata.

As quatro categorias de classificação das vítimas no START

O resultado da triagem é traduzido em quatro cores universais, fixadas por meio de tags (etiquetas) plásticas ou de papel reforçado presas ao corpo da vítima. Essas cores comunicam de forma instantânea, a qualquer equipe que chegue depois, qual é a prioridade de transporte e tratamento.

Vermelho (Imediato): risco de vida com possibilidade de sobrevivência

Categoria de máxima prioridade. Engloba vítimas com obstrução respiratória revertida, frequência respiratória acima de 30, sinais de choque ou rebaixamento neurológico. São pacientes que morrem em minutos sem intervenção, mas com chance real de sobreviver se receberem atendimento e transporte rápidos. Exemplos clínicos típicos: hemorragias graves controláveis, trauma torácico e traumatismo cranioencefálico com via aérea pérvia.

Amarelo (Urgente): lesões graves mas estáveis por até 60 minutos

Vítimas conscientes, com respiração e perfusão dentro dos parâmetros, porém com lesões significativas — fraturas fechadas de ossos longos, queimaduras de segundo grau em áreas moderadas, traumas abdominais sem instabilidade. Podem aguardar atendimento por até uma hora sem risco iminente de morte, desde que sejam monitoradas e reavaliadas periodicamente.

Verde (Mínimo): vítimas com lesões leves — os ‘ambulantes’

São os “walking wounded”: pessoas que caminharam até a área designada no primeiro comando. Apresentam escoriações, contusões, fraturas pequenas ou crises de ansiedade. Embora aparentemente pouco prioritárias, devem ser concentradas em uma área específica e reavaliadas, pois lesões internas podem se manifestar mais tarde. Também são fonte valiosa de informação sobre o cenário e podem auxiliar voluntariamente em tarefas simples.

Preto (Expectante ou Óbito): sem respiração após abertura de vias aéreas ou sem perspectiva de sobrevivência

Categoria mais delicada do ponto de vista técnico e emocional. Abrange vítimas em parada respiratória que não responderam à manobra de abertura de vias aéreas e, em situações de IMV, aquelas com lesões incompatíveis com a sobrevivência mesmo diante de recursos hospitalares — decapitações, esmagamentos extensos, queimaduras de 90% ou mais. Em um cenário de escassez extrema, dedicar tempo a manobras de RCP nessas vítimas significaria não atender outras com chance real de sobreviver. A decisão é difícil, mas tecnicamente fundamentada e exige preparo emocional construído em treinamento prático e simulações realísticas.

Quem aplica a triagem START e em quais cenários

Embora seja um protocolo universal, sua aplicação correta exige treinamento estruturado e familiaridade com cenários de caos. Não é uma técnica para leigos, e sim para socorristas e profissionais de saúde com formação específica em atendimento pré-hospitalar.

Profissionais habilitados: bombeiros, SAMU, enfermeiros e médicos de emergência

No Brasil, a triagem START é executada principalmente por equipes de bombeiros militares, bombeiros civis, equipes do SAMU 192 (médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem reguladores e intervencionistas), Defesa Civil e serviços de resgate rodoviário. Profissionais de APH Tático, equipes médicas militares e socorristas de eventos de grande porte também são capacitados no protocolo. O domínio do método é conteúdo obrigatório em formações de qualidade — é justamente um dos módulos do protocolo START para triagem de múltiplas vítimas, que dedica horas de aulas práticas e simulação a cenários de IMV.

Cenários típicos: desastres naturais, acidentes de massa, atentados e colapsos estruturais

O protocolo é aplicado em situações como: rompimentos de barragens, enchentes e deslizamentos, acidentes envolvendo ônibus e vans escolares, colisões em rodovias com múltiplos veículos, incêndios em casas noturnas e shoppings, desabamentos de edifícios, explosões industriais, atentados em locais públicos e acidentes aeronáuticos. Em todos esses contextos, o método permite que a primeira equipe a chegar transforme o caos em ordem operacional, definindo prioridades antes mesmo da chegada do reforço.

Vantagens e limitações do método START

Como toda ferramenta clínica, o START tem pontos fortes que justificam sua adoção mundial e limitações que devem ser conhecidas por quem o aplica.

Principais vantagens: rapidez (menos de 60 segundos por vítima) e simplicidade de aplicação

  • Velocidade: avaliação completa em 30 a 60 segundos por vítima, permitindo triar dezenas de pessoas em poucos minutos.
  • Simplicidade: apenas quatro parâmetros objetivos, sem necessidade de equipamentos sofisticados.
  • Reprodutibilidade: protocolo padronizado, o que reduz variabilidade entre equipes diferentes.
  • Universalidade: linguagem visual (cores) compreendida por qualquer socorrista no mundo.
  • Intervenções salvadoras integradas: abertura de vias aéreas e contenção de hemorragia são realizadas durante a própria triagem.

Limitações reconhecidas: dificuldade em pediatria, reavaliação dinâmica e variabilidade entre socorristas

O START foi desenhado para adultos, e seus parâmetros (frequência respiratória acima de 30, por exemplo) não se aplicam bem a crianças, que possuem fisiologia diferente — por isso foi criado o protocolo JumpSTART. Além disso, o método oferece uma “fotografia” do momento, mas vítimas amarelas podem deteriorar para vermelhas e exigem reavaliação periódica, nem sempre possível em cenários com escassez de equipes. Há também variabilidade entre socorristas pouco treinados, sobretudo na medida do tempo de enchimento capilar em locais com pouca luz ou frio. Por fim, a categoria preta envolve uma decisão eticamente complexa, que exige preparo emocional e respaldo institucional.

START versus outros protocolos de triagem em massa

O START é o protocolo mais difundido, mas não o único. Conhecer suas alternativas é importante para profissionais que atuam em diferentes contextos e que podem encontrar variações regionais ou hospitalares.

Comparação com o protocolo JumpSTART (adaptado para crianças)

O JumpSTART foi desenvolvido em 1995 pela pediatra Lou Romig, especificamente para vítimas pediátricas de 1 a 8 anos (aproximadamente). Suas diferenças centrais em relação à versão adulta: a faixa de frequência respiratória aceitável é de 15 a 45 incursões por minuto (fora desse intervalo, classifica-se como vermelho); em caso de apneia, antes de classificar como preto, o socorrista realiza cinco ventilações de resgate, pois crianças costumam entrar em parada respiratória antes da cardíaca e podem se recuperar com essa manobra; a avaliação neurológica utiliza a escala AVDI (Alerta, Verbal, Dor, Inconsciente) em vez de comandos simples.

Comparação com o protocolo SALT e o sistema Manchester em IMV

O SALT (Sort, Assess, Lifesaving interventions, Treatment/Transport) é um protocolo mais recente, recomendado por entidades como o CDC americano. Sua principal diferença é incluir uma categoria adicional para vítimas que necessitam de intervenções salvadoras imediatas e detalhar melhor as ações de tratamento no campo. Já o Sistema Manchester de Classificação de Risco é, na verdade, um protocolo de triagem hospitalar (pronto-socorro), e não de IMV no campo — utiliza cinco cores (vermelho, laranja, amarelo, verde e azul) e tempos de espera definidos. São ferramentas complementares: START e SALT atuam na cena do desastre; Manchester organiza a entrada hospitalar das vítimas já transportadas.

Como o START se integra ao comando e controle do incidente (SCI)

A triagem START não é uma ação isolada — integra uma estrutura maior conhecida como Sistema de Comando de Incidentes (SCI ou ICS), que organiza toda a operação de resposta a desastres.

Organização das áreas de triagem, tratamento e transporte no local do desastre

Em um IMV bem gerenciado, o cenário é dividido em zonas funcionais distintas: a zona quente (onde ocorreu o incidente), a zona morna (área de triagem, onde o START é aplicado), a zona fria (área de tratamento, com setores separados por cor — vermelho, amarelo e verde) e o posto de transporte, que organiza a saída ordenada das ambulâncias para os hospitais de referência. Cada zona tem um líder, e o fluxo das vítimas segue da quente para o transporte de forma controlada, evitando aglomerações e perda de informação.

Comunicação entre equipes e registro das etiquetas de triagem (tags)

As etiquetas (tags) trazem não apenas a cor, mas campos para identificação da vítima, sinais vitais, hora da triagem, lesões observadas e horário de reavaliação. Esse registro é crucial para a continuidade do cuidado: o hospital recebe a pessoa já com informações iniciais, e a regulação médica do SAMU consegue dimensionar recursos com base no número de vermelhos, amarelos e verdes informados pelo comando da cena. A comunicação por rádio em códigos padronizados e o uso de planilhas de controle reduzem erros e duplicidades.

Treinamento e simulações para aplicação do método START

Saber o protocolo na teoria é insuficiente. O socorrista só aplica o START com segurança quando vivenciou repetidas vezes a pressão de um cenário de IMV em ambiente controlado de treinamento.

Como são realizados os simulados de IMV por Bombeiros e SAMU no Brasil

Os simulados de IMV reproduzem cenários reais com dezenas de figurantes caracterizados com maquiagem de trauma (moulage), distribuídos em ambientes que imitam acidentes de ônibus, desabamentos ou shows com tumulto. A equipe em treinamento chega sem conhecer o cenário, instala o comando, aciona as zonas, aplica a triagem em todas as vítimas, executa intervenções salvadoras e organiza o transporte simulado. Ao final, há um debriefing técnico em que cada decisão é discutida: vítimas mal classificadas, tempo gasto por triagem, falhas de comunicação. Esse ciclo de ação-reflexão é o que constrói competência real.

Cursos e certificações recomendados para profissionais de saúde e segurança

Profissionais que desejam dominar o protocolo e atuar em IMV devem buscar formações com forte componente prático. O atendimento a múltiplas vítimas desafia o raciocínio clínico do profissional, e por isso cursos de qualidade como o de APH (Atendimento Pré-Hospitalar) dedicam 200 horas presenciais, com 70% de aulas práticas, módulo específico de triagem de múltiplas vítimas, simulações realísticas e visita técnica à base do SAMU. Coordenado por equipe multidisciplinar (bombeiros, enfermeiros e técnicos), o curso prepara o aluno para processos seletivos do SAMU e atuação em resgate rodoviário, eventos e operações táticas. Complementam a formação cursos como BLS — Suporte Básico de Vida com certificação internacional HSI, APH Tático e treinamentos em Brigada de Incêndio (NR 23), fundamentais para quem atua em locais de aglomeração. Vale destacar: cursos de socorrista 100% online não são aceitos pelo SAMU, pois a Portaria 2048 do Ministério da Saúde exige carga prática presencial — habilidades como a triagem START só se consolidam manuseando vítimas reais em simulação.

Perguntas frequentes sobre a triagem START

Quanto tempo, em média, deve durar a triagem de cada vítima pelo método START?

O ideal é entre 30 e 60 segundos por pessoa. Acima disso, perde-se a essência do protocolo, que é a rapidez para atender o maior número possível de vítimas em pouco tempo.

O socorrista pode realizar RCP durante a triagem START?

Não. Em um cenário de IMV, dedicar tempo a uma RCP completa significaria deixar de triar e salvar outras vítimas recuperáveis. As únicas intervenções salvadoras aceitas durante o protocolo são a abertura de vias aéreas e a contenção de hemorragias graves. Se a pessoa não respira após a manobra de via aérea, é classificada como preta.

A triagem START substitui a avaliação primária XABCDE?

Não. O START é uma triagem de massa, não uma avaliação clínica completa. Após a classificação e o transporte, cada vítima passa pela avaliação primária XABCDE no hospital ou na ambulância. São ferramentas complementares, com finalidades diferentes.

Crianças também podem ser triadas pelo START?

Não idealmente. Para vítimas pediátricas existe o protocolo JumpSTART, que adapta os parâmetros à fisiologia infantil e inclui ventilações de resgate antes de classificar uma criança como preta. Em equipes bem treinadas, ambos os protocolos são usados em paralelo no mesmo cenário.

Quem decide quando declarar um cenário como IMV e ativar o START?

A decisão cabe ao primeiro socorrista capacitado a chegar ao local, geralmente um líder de equipe do SAMU ou dos bombeiros, que comunica imediatamente à central de regulação. A partir dessa declaração, o protocolo é ativado e novos recursos são despachados ao local.

Cursos de APH online ensinam a aplicar a triagem START na prática?

Podem apresentar a teoria, mas não substituem a vivência prática. A correta aplicação do protocolo exige treinamento presencial com simulações realísticas, manuseio de tags, comunicação em equipe e tomada de decisão sob pressão — competências que só se desenvolvem em laboratório prático. Por isso, formações reconhecidas pelo SAMU exigem componente presencial, conforme determina a Portaria 2048 do Ministério da Saúde.

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