Portaria 2048 Práticas e Teorias

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Portaria 2048: Formação Presencial no APH Teorias e Práticas Sumário Clicável Capacitação Obrigatória dos Profissionais de APH conforme a Portaria 2048 do Ministério da Saúde A Portaria 2.048, de 5 de novembro de 2002, do Ministério da Saúde, estabelece diretrizes para a organização dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência no Brasil. Ela define claramente as exigências de capacitação teórica e prática para profissionais da saúde que atuam no Atendimento Pré-Hospitalar (APH) móvel, incluindo enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores de veículos de emergência. Não existe formação com conteúdo Online É importante destacar que a Portaria 2048 não autoriza, em nenhum trecho de seu texto, a realização de cursos de APH total ou parcialmente na modalidade online. Toda a formação prevista deve ocorrer de forma presencial, com aulas teóricas e práticas supervisionadas. Curso de APH Clique na Imagem Importância da Capacitação Presencial A Portaria 2.048 de 2002 enfatiza a necessidade de capacitação presencial, com atividades práticas supervisionadas, para garantir que os profissionais estejam aptos a lidar com situações reais de urgência e emergência. A ausência de menção a aulas online reforça a importância do treinamento prático e da vivência em campo para a formação adequada dos socorristas.   1. Formação dos Enfermeiros em APH Carga Horária e Conteúdo Os enfermeiros devem cumprir uma carga horária mínima de 130 horas, distribuídas entre teoria e prática, conforme estabelecido na portaria 2048. Os conteúdos incluem:   Nº Conteúdo Teórico Procedimento Prático 1 Sistemas de saúde e organização da rede de urgência Avaliação primária e secundária 2 Atendimento inicial ao politraumatizado Atendimento a PCR com uso de DEA 3 Protocolo de suporte básico e avançado de vida Monitorização cardíaca 4 Farmacologia em emergências Punção venosa e administração de medicamentos 5 Patologias clínicas de emergência Imobilização de fraturas 6 Atendimento a vítimas de violência Transporte de vítimas 7 Anatomia e fisiologia aplicadas ao APH Abordagem de vítima inconsciente 8 Aspectos legais e éticos do APH Atendimento em locais de risco (altura, água) 9 Psicologia do trauma Manuseio de materiais e equipamentos do APH 10 Epidemiologia das emergências Aplicabilidade dos protocolos 11 Classificação de risco Simulações de atendimento multiprofissional 12 Gestão e liderança em situações de crise Estágio supervisionado em ambulância 13 Biossegurança Atendimento a emergências psiquiátricas 14 Protocolos de comunicação e registro Salvamento e extricação rápida 15 Atendimentos especiais (pediatria, obstetrícia, geriatria) Atendimento em ambientes hostis Módulo Complementar Além da capacitação inicial, os enfermeiros devem realizar um módulo complementar de 30 horas, focado em técnicas de salvamento terrestre, em altura e aquático, desenvolvendo competências para diferentes situações de resgate   2. Formação dos Técnicos de Enfermagem em APH Carga Horária e Conteúdo Os técnicos de enfermagem devem cumprir uma carga horária mínima de 154 horas, com conteúdos semelhantes aos dos enfermeiros, incluindo:   Nº Conteúdo Teórico Procedimento Prático 1 Fundamentos do APH Realização de sinais vitais 2 Anatomia básica aplicada Curativos em feridas 3 Tipos de hemorragias e choques Aplicação de oxigênio 4 Sinais vitais Auxílio na imobilização 5 Atendimento ao politrauma Transporte de pacientes 6 Cuidados com a biossegurança Avaliação rápida de vítima 7 Atendimentos com oxigenoterapia Posicionamento de vítima para transporte 8 Assistência em parada cardíaca Colaboração em PCR 9 Protocolos de atendimento básico Organização da ambulância 10 Ergonomia no atendimento pré-hospitalar Assistência ao enfermeiro nas emergências 11 Atendimento ao queimado Lavagem e paramentação 12 Abordagem de pacientes diabéticos Triagem simples 13 Cuidados com equipamentos médicos Atendimento simulado a múltiplas vítimas 14 Humanização no atendimento Uso de equipamentos de proteção individual 15 Sistema de comando de incidentes Estágio em campo supervisionado Módulo Complementar Assim como os enfermeiros, os técnicos de enfermagem devem realizar um módulo complementar de 30 horas, voltado para técnicas de salvamento terrestre, em altura e aquático, visando desenvolver habilidades específicas para situações de resgate   3. Formação dos Condutores de Veículos de Emergência Requisitos Legais Os condutores de veículos de emergência devem possuir o Curso para Condutores de Veículo de Emergência, conforme legislação vigente do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN). Curso feito no SEST SENAT.   Nº Conteúdo Teórico Procedimento Prático 1 Direção defensiva Condução de veículo com simulação de urgência 2 Legislação de trânsito aplicada à emergência Estacionamento técnico em cena de acidente 3 Noções de primeiros socorros Apoio no transporte de vítima 4 Mecanismos de trauma Apoio ao socorrista na imobilização 5 Rota de escape e condução segura Sinalização do local do sinistro 6 Sinalização em acidentes Utilização de EPIs 7 Noções de biossegurança Higienização do veículo pós-atendimento 8 Atendimento em zonas de conflito Apoio em PCR (compressões externas) 9 Checklist veicular Acesso rápido e seguro às vias urbanas 10 Estrutura do APH móvel Integração com equipes multiprofissionais 11 Atendimento ao paciente em deslocamento Uso correto de sinalização sonora e visual 12 Relacionamento interpessoal Avaliação do cenário de atendimento 13 Cultura organizacional da saúde Apoio em resgates difíceis 14 Rotas de acesso rápidas Estágio prático supervisionado 15 Equipamentos de emergência no veículo Checagem e manutenção dos equipamentos   Conclusão A formação de profissionais para o Atendimento Pré-Hospitalar móvel, conforme estabelecido pela Portaria 2.048 de 2002, é fundamentada em capacitação presencial obrigatória, com atividades teóricas e práticas bem definidas. Não existe nenhuma menção, em qualquer trecho da norma, sobre a possibilidade de cursos teóricos online ou formação híbrida para atuação no APH.   Impossibilidade de Estágio Contudo, por esbarrar em questões institucionais, muitas empresas e serviços de atendimento pré-hospitalar não permitem a presença de estagiários, especialmente por não possuírem seguro específico para alunos nem respaldo jurídico para permitir sua atuação em situações reais. Esses impedimentos se relacionam diretamente com riscos inerentes à função, como exposição a biocontaminação, acidentes e outros perigos próprios do ambiente pré-hospitalar. Isso reforça a necessidade urgente de políticas públicas que normatizem a inserção legal e segura de alunos nesses serviços. 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Ringer com Lactato ou Solução Salina Normal

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Ringer com Lactato: comparado a Solução Salina a 0,9% APH – Enfermagem Sumário Clicável Pesquisa: Ringer com Lactato ou  Soro a 0,9% Medicina de Cuidados Intensivos: 19 de fevereiro de 2025 Pesquisa Original em Inglês Solução de Ringer com lactato ou solução salina normal para ressuscitação inicial com fluidos em hipotensão induzida por sepse Pergunta : A solução de Ringer com lactato, em comparação com solução salina a 0,9%, para ressuscitação volêmica inicial está associada a melhores resultados clínicos em pacientes com hipotensão induzida por sepse? Resumo da Pesquisa Objetivos:  Avaliar se a ressuscitação inicial com fluidos com solução de Ringer com lactato em comparação com solução salina a 0,9% está associada a melhores resultados clínicos em pacientes com hipotensão induzida por sepse. Curso de APH: Atendimento Pré-Hospitalar 22Brasil Socorristas – SP Acesse o Curso – AQUI Projeto:  Análise secundária do estudo randomizado controlado Crystalloid Liberal or Vasopressors Early Resuscitation in Sepsis (CLOVERS). Contexto:  UTIs e departamentos de emergência em 60 centros dos EUA de março de 2018 a janeiro de 2022. Pacientes:  Participantes do estudo CLOVERS. Pacientes adultos com infecção suspeita ou confirmada e hipotensão causada por sepse. Intervenções:  Os participantes receberam de 1 a 3 litros de fluido cristaloide para a ressuscitação volêmica inicial antes da randomização. Nesta análise, os participantes foram categorizados em um grupo com solução de Ringer com lactato e um grupo com solução salina a 0,9%, com base no tipo de fluido predominantemente utilizado para a ressuscitação volêmica inicial (ou seja, ≥ 95% do fluido pré-randomização). Medidas e Principais Resultados:  Dos 1.563 participantes com hipotensão induzida por sepse incluídos no estudo CLOVERS, 622 (39,8%) receberam solução de Ringer com lactato e 690 (44,1%) receberam solução salina a 0,9% como solução para o bolus inicial de fluidos. Mortes antes da alta hospitalar, no 90º dia, ocorreram em 76 dos 622 participantes (12,2%) no grupo de Ringer com lactato e em 110 dos 690 participantes (15,9%) no grupo de solução salina a 0,9%, resultando em uma razão de risco ajustada de 0,71 (IC 95%, 0,51-0,99; p = 0,043). Pacientes que receberam solução de Ringer com lactato tiveram mais dias sem hospitalização em 28 dias do que aqueles que receberam solução salina a 0,9% (16,6 ± 10,8 vs. 15,4 ± 11,4, respectivamente; diferença média ajustada, 1,6 d [IC 95%, 0,4–2,8 d; p = 0,009]). O tratamento com solução salina a 0,9% foi associado a níveis mais elevados de cloreto sérico e níveis reduzidos de bicarbonato sérico. Conclusões:  A ressuscitação inicial com fluidos com solução de Ringer lactato, comparada com solução salina a 0,9%, pode estar associada à melhora da sobrevida em pacientes com hipotensão induzida por sepse. PONTOS-CHAVE Pergunta : A solução de Ringer com lactato, em comparação com solução salina a 0,9%, para ressuscitação volêmica inicial está associada a melhores resultados clínicos em pacientes com hipotensão induzida por sepse? Resultados : Na população do estudo Crystalloid Liberal or Vasopressors Early Resuscitation in Sepsis (CLOVERS), a morte antes da alta para casa no dia 90 ocorreu em 12% dos participantes no grupo de Ringer com lactato e em 16% dos participantes no grupo de solução salina a 0,9% (razão de risco ajustada, 0,71; IC de 95%, 0,51–0,99). Significado : De acordo com as diretrizes da Campanha de Sobrevivência à Sepse de 2021, nossos resultados sugerem que a ressuscitação inicial com fluidos com solução de Ringer com lactato, em comparação com solução salina a 0,9%, pode estar associada a melhores resultados em pacientes com hipotensão induzida por sepse. A ressuscitação com fluidos é um tratamento fundamental no manejo da sepse. A controvérsia sobre a escolha precoce de fluidos para ressuscitação e seu efeito no resultado continua sendo uma questão debatida ( 1 , 2 ). O uso de cloreto de sódio a 0,9% (solução salina) tem sido uma prática comum e é altamente prevalente na UTI ( 3 ). No entanto, dados recentes sugerem danos potenciais, como acidose metabólica hiperclorêmica, vasoconstrição renal e lesão renal aguda, associados ao seu uso ( 4 ). Anteriormente, cristaloides balanceados (por exemplo, solução de Ringer com lactato) ou solução salina a 0,9% eram igualmente recomendados, mas isso mudou com as diretrizes da Campanha de Sobrevivência à Sepse (SSC) de 2021, favorecendo cristaloides balanceados para ressuscitação inicial com fluidos na sepse ( 5 ). As evidências para essa recomendação foram baseadas em estudos que investigaram períodos prolongados de tratamento que excedem a ressuscitação inicial com fluidos. O valor do uso de cristaloides balanceados especificamente para ressuscitação inicial com fluidos não foi estudado adequadamente. Portanto, em contraste com a literatura anterior, o presente estudo investigou a escolha do fluido para os 1–3 L iniciais de ressuscitação com fluidos em pacientes com hipotensão induzida por sepse, independentemente do tipo de fluido subsequente usado. O estudo clínico Crystalloid Liberal or Vasopressors Early Resuscitation in Sepsis (CLOVERS) randomizou participantes com hipotensão induzida por sepse para uma estratégia de tratamento restritivo precoce ou uma estratégia de tratamento com fluidos liberal, e não foi possível detectar uma diferença significativa na mortalidade ( 6 ). Utilizamos os dados do estudo CLOVERS para investigar se a ressuscitação inicial com fluidos com solução de Ringer lactato está associada a uma melhor sobrevida em comparação com solução salina a 0,9%. MÉTODOS Projeto Esta análise secundária do estudo CLOVERS investigou se a ressuscitação inicial com fluidos cristaloides balanceados (solução de Ringer lactato) em comparação com solução salina a 0,9% estava associada a melhores resultados na hipotensão induzida por sepse. O desenho e os resultados do estudo CLOVERS original foram publicados anteriormente ( 6 , 7 ). Como as duas estratégias de tratamento (gerenciamento de fluidos restritivo e liberal precoce) produziram resultados semelhantes, os pacientes foram agrupados independentemente de sua designação de grupo para esta análise secundária. Os dados para esta análise secundária foram obtidos do National Heart, Lung, and Blood Institute Biologic Specimen and Data Repository Information Coordinating Center. A revisão por um conselho de revisão institucional (Comitê de Ética da Universidade Médica de Viena) não foi necessária porque este projeto não se enquadrava nas diretrizes do conselho como pesquisa com seres humanos. Participantes No estudo CLOVERS, os participantes foram aleatoriamente designados para

Como Ser Socorrista do SAMU

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Como Ser Socorrista do SAMU: Um Guia Completo para Salvar Vidas APH – Enfermagem Sumário Clicável Introdução ao Papel do Socorrista do SAMU O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) é uma peça fundamental no sistema de saúde brasileiro, oferecendo atendimento pré-hospitalar (APH) em situações de emergência e acidentes. Se tornar um socorrista do SAMU é uma escolha desafiadora e de extrema responsabilidade, já que esses profissionais são os primeiros a atuar em momentos críticos, onde cada segundo pode ser determinante para salvar vidas. Formação Necessária para Ser Socorrista do SAMU Para atuar como socorrista do SAMU ou no Resgate Rodoviário, é preciso seguir dois caminhos principais: a. Ser condutor de veículo de emergência, ter carteira de motorista D, curso de condutor de veículo de emergência e curso de APH com mais de 200 horas, contendo práticas e teorias. b. Ser da aérea da saúde; médico, enfermeiro, técnico ou auxiliar de enfermagem e ter curso de APH com mais de 200 horas, contendo práticas e teorias. ATENÇÂO: Cursos de APH on-line NÂO são aceitos pelo SAMU por não cumprir com as obrigatoriedades das aulas práticas conforme a portaria 2048 do Ministério da Saúde.. Condutor de Veículo de Emergência Exige carteira de motorista categoria D, curso de condutor de veículo de emergência e um curso de APH com mais de 200 horas, com aulas teóricas e práticas. Profissionais da Saúde Médicos, enfermeiros, técnicos ou auxiliares de enfermagem também podem se tornar socorristas, desde que façam o curso de APH com mais de 200 horas, cumprindo as exigências de aulas práticas. Curso de APH: A Importância da Prática Presencial De acordo com a portaria 2048 do Ministério da Saúde, todos os cursos de Atendimento Pré-Hospitalar (APH) devem incluir tanto aulas teóricas quanto práticas, ambas obrigatoriamente presenciais. O especialista em APH, enfermeiro Carlos A. Rodrigues, enfatiza que cursos exclusivamente online não atendem às exigências legais, uma vez que não proporcionam a prática necessária para uma atuação eficaz em emergências. Essa prática é essencial para garantir que os socorristas estejam devidamente preparados para lidar com situações de risco, desenvolvendo habilidades cruciais para o sucesso no atendimento. Formação de Condutor de Veículo de Emergência Para ser um condutor de veículo de emergência do SAMU ou do Resgate Rodoviário, você precisará seguir três etapas: Obter a carteira de motorista categoria D. Realizar o curso de Condutor de Veículo de Emergência, oferecido pelo SEST SENAT, instituição vinculada ao DETRAN. Concluir o curso de Socorrista Pré-Hospitalar Avançado (APH), com mais de 200 horas, conforme as exigências da Portaria 2048. Como Ingressar no SAMU SP: Processo Seletivo pela SPDM A SPDM – Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina oferece oportunidades de emprego no SAMU por meio de um processo seletivo. A organização é responsável pela gestão de diversas unidades de saúde, incluindo o SAMU. Passo a Passo para Candidatar-se às Vagas do SAMU via SPDM Acesse o site da SPDM na seção “Trabalhe Conosco”. Escolha o município de interesse. Verifique as vagas disponíveis, como Condutor de Ambulância, Enfermeiro URAM, Médico Intervencionista e Técnico de Enfermagem URAM. Desafios e Responsabilidades dos Socorristas do SAMU Os socorristas do SAMU enfrentam emergências diariamente, desde acidentes de trânsito até paradas cardíacas. O ritmo de trabalho é intenso, e as condições podem ser desfavoráveis. Por isso, o socorrista precisa tomar decisões rápidas, trabalhar em equipe e seguir protocolos de segurança que garantam tanto a sua segurança quanto a dos pacientes. A atuação conjunta com outros profissionais de saúde e equipes de resgate é essencial para o sucesso do atendimento. Além disso, é uma profissão que exige preparo físico, emocional e técnico, já que cada intervenção pode ser a diferença entre a vida e a morte. Oportunidades de Carreira no SAMU A carreira de socorrista do SAMU oferece boas perspectivas, especialmente com a crescente demanda por serviços de emergência no Brasil. Além de atuar no resgate de vidas, esses profissionais podem se especializar em áreas como atendimento em catástrofes, suporte avançado de vida e gestão de crises, expandindo suas oportunidades no mercado de trabalho. Considerações Finais: A Importância do Curso de APH Presencial A Portaria 2048 do Ministério da Saúde deixa claro que cursos de APH devem ter aulas teóricas e práticas, realizadas presencialmente. Cursos 100% online não atendem aos requisitos legais e não são reconhecidos pelo SAMU para a formação de socorristas. Portanto, se você deseja se tornar um socorrista, esteja preparado para uma jornada desafiadora, mas também altamente gratificante. Você terá a oportunidade de salvar vidas diariamente e fazer a diferença na sociedade, oferecendo um serviço vital em momentos de extrema necessidade. Conclusão Ser socorrista do SAMU é uma profissão que exige preparo, dedicação e habilidades técnicas. Seguir os passos corretos para obter a formação necessária e ingressar no SAMU é o primeiro passo para quem deseja salvar vidas e construir uma carreira de impacto no sistema de saúde. Reiteramos que cursos de APH on-line NÂO são aceitos pelo SAMU, conforme a portaria 2048 do MS. Curso de APH – Atendimento Pré-Hospitalar Clique na Imagem – Curso de APH Compartilhe Facebook Twitter LinkedIn WhatsApp X Telegram All APH APH Tático Artigos Blog BLS Câncer Cursos Enfermagem Primeiros Socorros RCP Últimas Notícias APH Tático | Protocolo MARCH PAWS Saiba Mais Curso de APH | Curso de Socorrista Saiba Mais Curso BLS | Curso de BLS Saiba Mais All APH APH Tático Artigos Blog BLS Câncer Cursos Enfermagem Primeiros Socorros RCP Últimas Notícias Portaria 2048 Práticas e Teorias APH, Enfermagem Portaria 2048: Formação Presencial no APH Teorias e Práticas Sumário Clicável Capacitação Obrigatória dos Profissionais de APH conforme a Portaria… Saiba Mais Ringer com Lactato ou Solução Salina Normal APH, Enfermagem Ringer com Lactato: comparado a Solução Salina a 0,9% APH – Enfermagem Sumário Clicável Pesquisa: Ringer com Lactato ou  Soro… Saiba Mais Lesão Por Pressão – Escalas Enfermagem Lesão por Pressão: escala de Braden e Cubbin-Jackson APH – Enfermagem Sumário Clicável Redução de Lesões por Pressão Adquiridas em… Saiba Mais Desfibrilador Externo Automático Enfermagem, Primeiros Socorros DEA: Legislação sobre o uso

Escala de Coma de Glasgow

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Escala de coma de Glasgow: Atualizada 2025 APH – Enfermagem Sumário Clicável Escala de Coma de Glasgow A escala de coma de Glasgow é usada como um instrumento para a avaliação da profundidade do nível de inconsciência e coma que o paciente está e essa existe há 40 anos. Ela utiliza 3 critérios, abertura ocular, resposta verbal e resposta motora, para serem pontuados e gerar uma resposta, em números (1 a 15), da condição de saúde do paciente. Em 2018, houve uma atualização com a inclusão da avaliação da reatividade pupilar, podendo agora variar de 01 a 15. Lembrando que o estímulo de dor no osso esterno não é utilizado a pelo menos uma década. Escala de Coma de Glasgow Atualizada 2025 Baixe essa Tabela Adoção e disseminação Escala de Coma de Glasgow A simplicidade e a facilidade de comunicação da Escala foram bem-vindas em departamentos que cuidam de pacientes com lesão cerebral aguda por trauma e outras causas. A exibição dos achados em um gráfico especialmente projetado facilitou a detecção de mudanças clínicas. Os enfermeiros rapidamente acolheram a clareza da captura de tendências importantes na condição de um paciente. Com a rápida expansão no número de unidades de terapia intensiva, a chegada da Tomografia Computadorizada (TC) e a popularização do monitoramento cerebral, houve um crescimento do interesse no gerenciamento do paciente com traumatismo craniano. A pesquisa exigiu métodos padronizados para relatar a gravidade inicial e o resultado. A Escala, portanto, tornou-se cada vez mais amplamente usada como a “linguagem” comum internacionalmente para comunicar e debater os méritos dos diferentes avanços na prática clínica e aplicá-los ao cuidado de pacientes. O uso da Scale foi promovido em 1980, quando foi recomendada para todos os tipos de pessoas feridas na primeira edição do Advanced Trauma and Life Support e novamente em 1988, quando a World Federation of Neurosurgical Societies (WFNS) a usou em sua escala para classificar pacientes com hemorragia subaracnóidea. A Scale progressivamente ocupou um papel central nas diretrizes clínicas e um componente integral dos sistemas de pontuação para vítimas de trauma ou doença crítica. Quarenta anos após a descrição original, uma revisão no The Lancet Neurology (2014; 13: 844 – 54) relatou que o GCS estava em uso por neurocirurgiões e outras disciplinas em mais de 80 países em todo o mundo e havia sido traduzido para o idioma nacional em 74%. A revisão também observou um aumento contínuo no uso da Escala em relatórios de pesquisa, tornando-a o artigo mais frequentemente citado em neurocirurgia clínica. Índices Derivados Escala de Coma de Glasgow A Escala de Coma de Glasgow (GCS score) foi desenvolvida para combinar os achados dos três componentes da Escala em um único índice. (Acta Neurochirurgica. 1979; 1 : Suppl 28: 13-16). Seus valores possíveis variam de 3 a 15. Embora tenha perdido alguns dos detalhes e discriminação transmitidos pela escala completa, tornou-se popular como uma medida de resumo simples na comunicação na prática clínica e na análise e classificação de achados em grupos de pacientes. A Escala de Coma de Glasgow – Pontuação das pupilas (GCS-P) foi descrita em 2018 em resposta ao desejo de um único índice combinando a escala de Coma com a reatividade pupilar como um reflexo da função do tronco cerebral ( Journal of Neurosurgery 2018;128: 1612-1620). Seus valores possíveis variam de 1 a 15, refletindo uma ampla faixa de gravidade, e podem ser particularmente úteis em relação ao prognóstico. O que mudou na escala de coma de Glasgow Estrutura  Na escala atualizada, as etapas de avaliação estão mais claras, dando maior ênfase nas pontuações individuais do que na soma total.  As mudanças foram baseadas na experiência de médicos e enfermeiros pelo mundo. Mudança na Nomenclatura Apesar de manter o número de etapas na avaliação, alguns nomes foram alterados. Por exemplo, no lugar de “estímulo de dor” é utilizado “estímulo por pressão” para que a natureza do estímulo seja registrada de forma mais precisa.  Além disso, a mudança leva em conta a difícil definição de “dor” e pelo questionamento da necessidade ou até viabilidade dessa sensação no paciente em coma. Sob o mesmo ponto de vista, os termos “palavras inadequadas” e “sons incompreensíveis” foram simplificados para “palavras” e “sons”. Resposta motora Em suma, o parâmetro foi atualizado diferenciando a flexão “normal” e “anormal” para facilitar o prognóstico do paciente. Estímulo No primeiro documento publicado, não havia uma especificação sobre os tipos de estímulos. Agora, a escala possui a indicação de quais são adequados e em que ordem devem ser realizados no paciente. Análise da reatividade pupilar Por último, o item foi adicionado como uma etapa posterior à contagem tradicional e que deve ser subtraída da conta geral, resultando em um panorama mais preciso da situação do paciente e permitindo ações mais rápidas para evitar consequências drásticas. Nova Tabela | Escala de Coma de Glasgow Tabela de Glasgow Baixe essa Tabela Origem | Institute of Neurological Sciences | Glasgow – Escócia Em 1974, o Institute of Neurological Sciences, Glasgow, era um líder mundial em pesquisa de lesão cerebral e tratamento clínico. O professor Jennett e o Sr. Teasdale (naquela época um registrador sênior em neurocirurgia) publicaram um artigo no Lancet sobre a Avaliação do Coma e Consciência Prejudicada que propôs um método estruturado de avaliação que se tornaria conhecido como Escala de Coma de Glasgow. Quarenta anos depois, Sir Graham liderou um projeto para entender o uso atual da Escala de Coma de Glasgow, seus sucessos e suas deficiências percebidas. Esta pesquisa foi assimilada na nova Abordagem Estruturada para Avaliação que é demonstrada no vídeo neste site. O vídeo é suportado pelo GCS Aid para download. Biografias curtas do Professor Teasdale e Jennett podem ser encontradas abaixo, junto com detalhes dos membros da equipe envolvidos neste projeto atual. Referência: https://www.glasgowcomascale.org/who-we-are/ O longo interesse de Graham Teasdale em lesões na cabeça e pesquisa clínica começou durante seu treinamento médico e cirúrgico básico no Royal Victoria Hospital, Newcastle, onde trabalhou para o Sr. GF Rowbotham, autor do então livro-texto britânico padrão ‘Acute Injuries of the Head’. Posteriormente, com a oportunidade de treinar em Neurocirurgia no Institiute of

Curso de APH Online | Curso APH Online

Curso de APH Online

O Curso de APH Online: Por Que Não Deve Ser Considerado?   Introdução: O que está em jogo no curso de APH?   A busca por um curso de APH online tem se tornado cada vez mais comum, especialmente diante da facilidade e conveniência que o ensino a distância (EAD) oferece. Contudo, é essencial analisar profundamente se essa modalidade é adequada para formar profissionais que atuarão em situações críticas, onde a vida de pessoas está em jogo. Antes de mais nada, devemos considerar as exigências legais estabelecidas pela Portaria 2048 do Ministério da Saúde, que determina a obrigatoriedade de aulas teóricas e práticas presenciais em cursos de Atendimento Pré-Hospitalar (APH). Além disso, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) não aceita cursos de APH online, enfatizando a importância da formação prática para a segurança no atendimento. Portanto, este artigo critica fortemente a escolha de cursos de APH no formato EAD ou online por aqueles que realmente desejam salvar vidas com segurança e eficácia.   O que é o curso de APH e por que a prática é indispensável?   O Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é uma área da saúde que lida diretamente com o atendimento emergencial a vítimas antes de chegarem a um hospital. Dessa forma, o curso de APH é crucial para preparar os profissionais para situações de emergência, onde cada segundo pode ser a diferença entre a vida e a morte. Primeiramente, é importante entender que o APH requer não apenas conhecimento teórico, mas também habilidades práticas que só podem ser desenvolvidas através de treinamentos presenciais. Nesse sentido, a prática é indispensável para que o profissional saiba como agir corretamente em situações de pressão, algo que um curso de APH online não pode proporcionar adequadamente.   Analogamente a outras áreas da saúde, como medicina e enfermagem, o treinamento prático no APH é essencial. Afinal, não basta conhecer os procedimentos; é preciso estar preparado para executá-los com precisão. Em outras palavras, o curso de APH online pode fornecer o conhecimento teórico, mas falha ao preparar o aluno para a prática real. Assim como a simulação é fundamental no treinamento de pilotos de avião, as práticas em APH são vitais para a formação de profissionais competentes.   Portaria 2048 do Ministério da Saúde: A base legal para a prática obrigatória   A Portaria 2048 do Ministério da Saúde é clara ao estabelecer que os cursos de APH devem incluir tanto a teoria quanto a prática, e ambas devem ser realizadas de forma presencial. Portanto, cursos de APH online não atendem aos requisitos legais de atividades práticas e não são considerados válidos para a formação de profissionais que atuarão em emergências. Antes de tudo, é importante destacar que essa portaria existe para garantir que os profissionais estejam realmente capacitados para lidar com situações de emergência, o que não é possível sem a prática presencial. Além disso, a ausência de prática pode comprometer gravemente a qualidade do atendimento oferecido, colocando vidas em risco.   Em suma, a legislação brasileira não reconhece cursos de APH online como suficientes para a formação de socorristas. Por isso, é essencial que aqueles que desejam seguir essa carreira optem por cursos que ofereçam a prática presencial, conforme determinado pela Portaria 2048. Afinal, a prática é o que garante que o profissional esteja apto a realizar procedimentos corretos em situações críticas, algo que não pode ser aprendido apenas por meio de um curso de APH online.   Por que o SAMU não aceita cursos de APH online?   O SAMU, principal referência em Atendimento Pré-Hospitalar no Brasil, é rigoroso quanto à formação de seus profissionais. Antes de mais nada, o SAMU exige que todos os socorristas sejam formados em cursos que cumpram as exigências da Portaria 2048, ou seja, que ofereçam tanto a teoria quanto a prática de forma presencial. Nesse sentido, os cursos de APH online são automaticamente descartados, pois não fornecem a prática necessária para garantir a segurança e a eficiência no atendimento.   Além disso, o SAMU sabe que a prática é o que faz a diferença em situações de emergência. Portanto, não reconhecer cursos de APH online é uma medida de segurança para garantir que os socorristas estejam verdadeiramente preparados para lidar com a pressão e a complexidade das emergências. Assim, a recusa do SAMU em aceitar cursos de APH online não é apenas uma questão burocrática, mas uma necessidade prática para assegurar que os atendimentos realizados sejam sempre de alta qualidade e segurança.   O perigo de confiar em cursos de APH online gratuitos com certificado   Muitos optam por cursos de APH online gratuitos com certificado por serem mais acessíveis e convenientes. Contudo, é preciso ter cautela ao fazer essa escolha. Primeiramente, a gratuidade de um curso não garante sua qualidade, e isso é especialmente verdadeiro no caso dos cursos de APH online. Além disso, a maioria desses cursos gratuitos não oferecem a prática necessária para preparar o aluno para situações reais de emergência. Portanto, o certificado obtido ao final de um curso de APH online gratuito tem pouco valor, especialmente em instituições renomadas como o SAMU.   Em suma, confiar em cursos de APH online gratuitos com certificado é um risco que pode comprometer seriamente a formação do profissional. Por isso, é essencial que os alunos busquem cursos presenciais, que ofereçam a prática necessária para que possam atuar com segurança e competência em situações de emergência. Afinal, a formação de um socorrista deve ser levada a sério, e isso só é possível com um treinamento que cumpra todas as exigências legais e práticas.   Cursos de APH online: Uma falsa sensação de segurança   Optar por um curso de APH online pode dar ao aluno uma falsa sensação de segurança. Afinal, o conhecimento teórico é importante, mas sem a prática, ele é insuficiente para garantir um atendimento de qualidade em situações de emergência. Analogamente a um piloto que nunca voou um avião, um socorrista que não passou pela prática presencial pode não estar preparado para lidar com a realidade de

Dia do Socorrista | 11 de Julho

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O Dia do Socorrista e o Protagonismo da Enfermagem O Dia do Socorrista (11 de julho) é uma data dedicada a homenagear aqueles que, muitas vezes, colocam suas vidas em risco para salvar outras. Socorristas são os primeiros a chegar em cenas de emergência, proporcionando cuidados imediatos e críticos que frequentemente determinam a diferença entre a vida e a morte. A história do socorrismo está profundamente entrelaçada com o desenvolvimento da enfermagem e do atendimento pré-hospitalar. Este artigo explora essa evolução, destacando figuras-chave como Florence Nightingale, Ana Néri e o Barão Dominique Jean Larrey. Curso de Socorrista Pré-Hospitalar Curso de APH: Curso de Socorrista SAMU SP com 200 horas de carga horária. Venha ser um Socorrista. 70% de Práticas. Aulas aos domingos. Página do Curso   Florence Nightingale e a Revolução da Enfermagem Dia do Socorrista No século XIX, a enfermagem não era uma profissão bem estabelecida e organizada como conhecemos hoje. Florence Nightingale, nascida em 1820, é amplamente considerada a fundadora da enfermagem moderna. Sua atuação durante a Guerra da Crimeia (1853-1856) marcou um ponto de virada significativo. Nightingale e sua equipe de enfermeiras chegaram ao campo de batalha para encontrar condições sanitárias deploráveis, com altas taxas de mortalidade devido a doenças infecciosas. Florence Nightingale implementou rigorosos protocolos de higiene, reduziu a mortalidade hospitalar de 42% para 2% e estabeleceu a importância de cuidados organizados e metódicos. Sua abordagem baseava-se na coleta e análise de dados, e ela publicou o famoso “Notes on Nursing”, que se tornou um manual fundamental para a prática de enfermagem. A importância do trabalho de Nightingale ressoou além da guerra, estabelecendo as bases para a enfermagem moderna e inspirando futuras gerações de enfermeiras e socorristas. Ana Néri e seu Legado no Brasil Dia do Socorrista Enquanto Florence Nightingale estava transformando a enfermagem na Europa, Ana Néri, a primeira enfermeira brasileira, deixava sua marca na Guerra do Paraguai (1864-1870). Movida pelo desejo de acompanhar seus filhos no campo de batalha, Ana Néri se ofereceu como voluntária para prestar cuidados aos feridos. Seu trabalho incansável, dedicação e compaixão logo se destacaram. Ana Néri montou enfermarias improvisadas e introduziu práticas de cuidados sanitários e médicos que salvavam inúmeras vidas. Após a guerra, ela foi homenageada pelo governo brasileiro e se tornou um símbolo de bravura e dedicação. A vida e o trabalho de Ana Néri ajudaram a moldar a percepção e o respeito pela profissão de enfermagem no Brasil. Barão Dominique Jean Larrey e a Origem do Atendimento Pré-Hospitalar Dia do Socorrista No início do século XIX, o conceito de atendimento pré-hospitalar ainda era rudimentar. No entanto, o Barão Dominique Jean Larrey, médico militar-chefe do exército de Napoleão Bonaparte, reconheceu a necessidade de cuidados médicos imediatos no campo de batalha. Larrey desenvolveu um sistema inovador que revolucionou o atendimento aos feridos: as “ambulâncias volantes”. Essas unidades móveis eram essencialmente as precursoras das modernas ambulâncias. Equipadas com suprimentos médicos e puxadas por cavalos, permitiam que os médicos chegassem rapidamente ao local dos feridos, prestando os primeiros socorros e transportando-os para hospitais de campanha. Larrey também implementou um sistema de triagem, priorizando o atendimento com base na gravidade dos ferimentos, uma prática que permanece fundamental no socorrismo até hoje. Curso de Socorrista Pré-Hospitalar Curso de APH: Curso de Socorrista SAMU SP com 200 horas de carga horária. Venha ser um Socorrista. 70% de Práticas. Aulas aos domingos. Página do Curso   A Evolução do Atendimento Pré-Hospitalar Dia do Socorrista A ideia de Larrey de atendimento médico imediato foi um passo crucial na evolução do socorrismo. No entanto, foi durante e após as duas Guerras Mundiais que o conceito de atendimento pré-hospitalar se expandiu e se solidificou. A necessidade de evacuar e tratar rapidamente um grande número de feridos levou ao desenvolvimento de novas técnicas e tecnologias. Na década de 1960, nos Estados Unidos, o atendimento pré-hospitalar começou a se profissionalizar com a criação dos primeiros programas de Treinamento de Técnicos em Emergências Médicas (EMTs). Essas iniciativas estabeleceram os fundamentos para os serviços modernos de emergências médicas (EMS), que incluem socorristas treinados e equipados para prestar cuidados médicos de emergência antes da chegada ao hospital. A Importância do Atendimento Pré-Hospitalar Dia do Socorrista O atendimento pré-hospitalar desempenha um papel vital na cadeia de sobrevivência. Estudos mostram que a intervenção rápida e eficaz pode reduzir significativamente a mortalidade e morbidade associadas a emergências médicas. Socorristas treinados são capazes de estabilizar pacientes, administrar cuidados críticos e garantir que eles sejam transportados para instalações médicas adequadas de maneira segura e rápida. Além disso, a presença de socorristas bem treinados aumenta a resiliência das comunidades, capacitando-as para responder de forma eficaz a crises e emergências. Programas de educação pública, como cursos de primeiros socorros e treinamento em RCP (ressuscitação cardiopulmonar), também desempenham um papel crucial na capacitação de cidadãos comuns para agir em situações de emergência até a chegada de profissionais. Conclusão Dia do Socorrista O Dia do Socorrista não é apenas uma data comemorativa, mas um reconhecimento do valor inestimável desses profissionais. A história do socorrismo, marcada por figuras como Florence Nightingale, Ana Néri e o Barão Dominique Jean Larrey, mostra a evolução e a importância do atendimento pré-hospitalar na medicina moderna. Através de sua dedicação, coragem e habilidades, socorristas desempenham um papel essencial na proteção e salvamento de vidas. Celebrar o Dia do Socorrista é uma maneira de honrar esses heróis e lembrar da importância de continuar investindo em treinamento, recursos e reconhecimento para aqueles que estão na linha de frente em momentos de crise. Curso de Socorrista Pré-Hospitalar Curso de APH: Curso de Socorrista SAMU SP com 200 horas de carga horária. Venha ser um Socorrista. 70% de Práticas. Aulas aos domingos. Página do Curso   Socorristas do SAMU A Origem do SAMU no Brasil: Um Marco no Atendimento Pré-Hospitalar O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) é um componente vital do sistema de saúde no Brasil, oferecendo atendimento pré-hospitalar de emergência para salvar vidas em situações críticas. A criação e implementação do SAMU marcam um importante avanço na

Manobras de Heimlich | Manobras de Desengasgo

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Manobras de Heimlich Manobras de Heimlich e a origem da técnica. Conheça tudo sobre o Dr Henry Judah Heimlich e sua manobra de desengasgamento abdominal. Manobras de Heimlich e a sua importância A importância de cursos de primeiros socorros para leigos, crianças e professores é inegável, especialmente quando se trata de situações de emergência como o engasgo. As manobras de Heimlich, incluindo a manobra de Heimlich em criança, são técnicas essenciais que podem salvar vidas ao desobstruir as vias aéreas de alguém que está engasgado. Conhecer e ser capaz de executar a manobra de Heimlich, e até mesmo saber realizar a manobra de Heimlich sozinho, pode ser a diferença entre a vida e a morte em momentos críticos. A educação em primeiros socorros capacita os indivíduos a agir prontamente, aumentando significativamente as chances de sobrevivência da vítima até a chegada de profissionais de saúde. A Lei Lucas torna obrigatória a capacitação em primeiros socorros nas escolas de ensino básico, destacando a importância de preparar adequadamente todos os envolvidos no ambiente escolar para situações de emergência. Esta legislação foi estabelecida em homenagem a Lucas Begalli, que faleceu tragicamente após engasgar durante um passeio escolar. A implementação de cursos de primeiros socorros, que incluem o treinamento na manobra de Heimlich, garante que professores e alunos estejam aptos a agir de maneira rápida e eficaz em caso de emergência. A obrigatoriedade imposta pela Lei Lucas reforça a necessidade de uma formação sólida em primeiros socorros, proporcionando um ambiente mais seguro e preparado para todos. Quem foi Henry Heimlich Henry Judah Heimlich (3 de fevereiro de 1920 – 17 de dezembro de 2016) foi um cirurgião torácico e pesquisador médico americano. Ele é amplamente creditado pela descoberta da manobra de Heimlich,  uma técnica de compressões abdominais para parar a asfixia, descrita pela primeira vez em 1974. Ele também inventou o sistema portátil de oxigênio Micro Trach para pacientes ambulatoriais e a válvula de drenagem torácica de Heimlich, ou ” válvula de vibração “, que drena o sangue e o ar da cavidade torácica. Manobras de Desengasgamentos ou Impulso Adominal Heimlich escreveu um livro de memórias em 2014 chamado “Manobras de Heimlich: Meus Setenta Anos de Inovações que Salvam Vidas”. AL BEHRMAN/ASSOCIATED PRESS/ARQUIVO Manobras de Heimlich Aperte o PLAY Manobra de Heimlich em Crianças Manobra de Desengasgamento O.V.A.C.E A Obstrução de Vias Aéreas por Corpos Estranhos, chamada comumente de OVACE refere-se a toda situação que pode afetar a ventilação de maneira parcial ou total, deixando a vítima sujeita a asfixia e até morte. No Brasil, o engasgamento é uma das principais causas de mortalidade infantil. Embora os investimentos na promoção e proteção da saúde da criança tenham crescido, ainda se estima que seja a terceira causa de morte por acidentes entre crianças no país.   Curso de Primeiros Socorros Online Manobras de Heimlich Saiba Mais Óbitos por Engasgo no Brasil Manobras de Heimlich Dados entre 2009-2019 FONTES DE DADOS: Estudo  descritivo do DATASUS. Casos de óbitos por OVACE em crianças de 0-9 anos de idade no Brasil, nos anos 2009-2019. O número de óbitos por engasgo em crianças no Brasil, entre 2009 e 2019 chegou a 2.148. Os acidentes por ingestão de alimentos causando obstrução do trato respiratório foram predominantes, com um total de 1.817 (84,6%). Os 15,4% restantes (331 óbitos) correspondem à obstrução ocasionada por outros objetos; 72% (1.545) dos óbitos foram de crianças menores de 1 ano, 21,6% (465) de 1-4 anos, e 6,4% (138) de 5-9 anos. Das mortes por obstrução com alimentos (1.817), 78% (1.414) foram de crianças menores de 1 ano. As mortes por obstrução com outros objetos (331), 45% (148) foram de 1-4 anos. Conclusão dessa pesquisa: Existe uma prevalência de óbitos por engasgamento em acidentes por ingestão de alimentos. Treinamento em primeiros socorros se faz necessário. Óbitos por Engasgo no Brasil Manobras de Heimlich Dados em 2023 fonte: segundo dados do Ministério da Saúde Em 2023, pelo menos 2.000 pessoas morreram engasgadas no Brasil Mais da metade das vítimas tinham acima de 65 anos. Da faixa de 0 a 4 anos, foram mortas 319 crianças. Em 2023, pelo menos 2.000 pessoas morreram engasgadas no Brasil. Dessas, a maioria era bebês ou idosos.   Manobra de Heimlich | Juventude e educação de Henry Heimlich Heimlich nasceu em Wilmington, Delaware , filho de Mary (Epstein) e Philip Heimlich. Seus avós paternos eram imigrantes judeus húngaros , e seus avós maternos eram judeus russos. Ele se formou na New Rochelle High School (NY) em 1937 e na Cornell University (onde também atuou como baterista da Cornell Big Red Marching Band ) com bacharelado em 1941. Aos 23 anos, ele recebeu seu MD do Weill Cornell Medical College em 1943. Manobra de Heimlich | Carreira de Henry Heimlich Após a faculdade de medicina, Heimlich serviu na Marinha dos EUA na China durante a Segunda Guerra Mundial . Em janeiro de 1945, como membro da Reserva da Marinha dos EUA, o Tenente (grau júnior) Heimlich foi designado para o Campo Quatro da Organização Cooperativa Técnica Especial Sino-Americana (SACO) localizada em Xamba, província de Suiyuan, no norte da China, no extremo sul. do Deserto de Gobi . Oficialmente, ele era o médico-chefe responsável pelo bem-estar dos militares americanos e chineses neste campo, mas na verdade também cuidava de uma ampla gama de questões médicas para os civis na pequena cidade. O Campo Quatro recebeu a notícia do fim da guerra no final de agosto de 1945. Durante esse período, Heimlich afirmou ter desenvolvido um tratamento inovador para vítimas de tracoma , uma infecção bacteriana das pálpebras anteriormente incurável que estava causando cegueira em toda a Ásia e no Oriente Médio. De acordo com Heimlich, sua abordagem – uma mistura de um antibiótico moído em uma base de creme de barbear – se mostrou eficaz e foi usada com sucesso em pacientes. Válvula Heimlich Válvula de Vibração Em 1962, Heimlich inventou a válvula de vibração de drenagem torácica (também chamada de válvula de Heimlich), e obteve uma patente para o dispositivo em 1969. Ele disse

Maca SKED para Resgate | O que significa

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Origem da Maca SKED para Resgate Maca SKED para Resgate – Maca Envelope  Bud Calkin no Exército – 1959 Maca SKED para Resgate: Bud Calkin, vice-presidente e fundador da Skedco, é um veterano da Guarda Nacional dos EUA e do Exército dos EUA. Enquanto alistado, ele estava estacionado em Fort Sam Houston, no Texas, Fort Ord, na Califórnia, e em bases na Alemanha Ocidental. Bud treinou como médico de combate e, mais tarde, técnico em prótese dentária, fabricando pontes, coroas e dentaduras. Ele também atuou como instrutor na Escola de Tecnologia em Odontologia. Em 1980, quando a irmã de Bud tentava desenvolver um equipamento para um jogo, ele sugeriu que ela o transformasse em uma maca de resgate para pessoas feridas. Quando ela não desenvolveu essa ideia, Bud assumiu o projeto por conta própria. Ele o redesenhou para ser essencialmente a maca SKED como é hoje. A Skedco foi incorporada em 1981. Bud comprou a patente de sua irmã após a Tempestade no Deserto em 1991. Durante esses 10 anos, Bud e sua esposa, Catherine, trabalharam em dois empregos para construir o negócio. O Sked em 1983. A maca de resgate original e ainda a melhor, a Sked é feita de uma fórmula proprietária de plástico de polietileno EZ glide. Em testes, provou ser resistente o suficiente para resistir a ser atropelado por um tanque de 56 toneladas e depois usado para arrastar um soldado em torno de uma base militar por 16 quilômetros em terreno extremamente acidentado. Desde então, a Bud projetou vários outros produtos para tornar a Skedco uma líder do setor em imobilização, gerenciamento e extricação de pacientes. Ele inventou o Oregon Spine Splint para imobilizar pacientes com lesões na coluna vertebral para prepará-los para o transporte. Ele adicionou o sistema de flutuação para endireitar o Sked em uma posição quase vertical durante o capotamento na água. Ele trabalhou com o Exército para desenvolver muitos novos produtos – incluindo uma linha de Skeds específicos para militares – projetados e construídos com as cores e especificações necessárias para salvar os feridos no campo de batalha. Bud tem atualmente 9 patentes concedidas a ele, com outros 6 pedidos pendentes. fonte: https://skedco.com/about/our-story/ O que significa “SKED”? Embora seja escrito com letras maiúsculas, SKED não é um acrônimo, não é uma sigla. O nome SKED veio da fusão de duas palavras: “Sled” (trenó) e “Skid (derrapar, deslizar)”. A ideia inicial por trás do produto era que era um SLED (trenó) que derrapava em todos os tipos de terreno. Inicialmente, o SKED foi usado como transportador de caça para levar a caça selvagem de volta ao acampamento de um caçador. Desde então, ele se transformou no dispositivo salva-vidas usado hoje em todo o mundo. Como muitos produtos icônicos que são os primeiros de seu tipo no mercado, a marca veio para simbolizar a coisa em si. Em resumpo, poderíamos dar uma tradução aproximada como, Trenó Deslizante ou Trenó Derrapante (SKED). No Brasil, também é conhecida como maca envelope, ou, maca envelope SKED. Fonte: https://skedco.com/about/faqs/#question-1 Tipos de Trenós Trenó de Transporte com Cachorros- Dog SLED Trenó de Madeira – SLED Trenó de Plástico para crianças – SLED Trenó de Resgate no Gelo – SLED Bobsled – Jogos Olímpicos de Pequim Tipos de Maca SKED Treinamento – Curso de Socorrista Pré-Hospitalar Maca SKED para Resgate Maca Envelope SKED Maca SKED Curso de Resgate e Transporte Aeromédico Prevenção contra o Câncer de Mama Curso de APH para Socorrista de Ambulância Curso de Socorrista SAMU SP | Curso de APH – 300 Horas Hino Nacional Brasileiro | Entenda linha a linha Curso de Socorrista SAMU SP Quem Somos [/vc_column_text][/vc_column][/vc_row]

O papel do enfermeiro no atendimento Pré-hospitalar

O papel do enfermeiro no atendimento Pré-hospitalar é importantíssimo para salvar vidas em momentos de urgência e emergência. O Atendimento Pré-Hospitalar (APH) é um integrante indispensável do nosso sistema de saúde, pois, em alguns casos, o paciente precisa de um atendimento de urgência ou emergência e não possui condições de se deslocar até o hospital, sendo necessário que o serviço médico vá até ele. O APH é executado, via de regra,  pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (SAMU), bombeiros civis, bombeiros militares, socorristas de resgate rodoviário e defesa civil. Esse atendimento realizado antes da checada ao hospital faz muita diferença, podendo até ser o que impede que o paciente venha a falecer ou sofrer sequelas graves permanentes. Grandes responsabilidades como essa exigem profissionais capacitados. A equipe é formada por: – Médicos; – Técnicos de Enfermagem; – Condutores de Veículo de Emergência; – Condutores de guinchos leves e pesados; – Telefonistas; – Enfermeiros; – Dentre outros. Enfermeiros são atuantes de extrema relevância nesse tipo de atendimento, iremos entender um pouco mais sobre ele ao decorrer do texto. Qual o papel do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar? Enfermeiro possui um papel de suma importância no atendimento pré-hospitalar, principalmente no suporte avançado de via e também na coordenação de toda a equipe. Ele será o profissional responsável por conduzir o atendimento de forma segura, atuando de maneira a prevenir complicações no quadro do paciente e avaliá-lo, buscando identificar riscos em potencial. Um profissional da enfermagem que irá acompanhar o paciente de perto e garantir que suas necessidades sejam sanadas, assim como, irá definir quais as prioridades no atendimento. Ele será quem deve ter a iniciativa de iniciar qualquer tipo de procedimento caso o paciente precise ser estabilizado ou de intervenções mais avançadas que a atribuição do técnico de enfermagem não venha a permitir no local. Portanto, é possível perceber que, apesar de o serviço de enfermagem ser classificado, erroneamente, como auxiliar, ele, na verdade, é um importante protagonista no Atendimento Pré-Hospitalar. Sua presença faz muita diferença no serviço prestado e na recuperação do paciente. Sendo assim, é essencial que esses profissionais estejam totalmente qualificados, profissional e emocionalmente, pois, precisam ter controle de si e da situação enfrentada. Reiterando a atuação do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar, o COFEN, Conselho Federal de Enfermagem, publicou no mês de março de 2020 a resolução 633/2020 normatizando esse papel, seja em atendimentos terrestres ou aquaviários. O que considerar ao investir em um curso de Socorrista Pré-hospitalar? Existem algumas considerações que você deve fazer antes de ingressar em um curso de APH. Isso acontece porque, apesar de ser um conteúdo que devia ser obrigatório para todos os profissionais da área da saúde, não são todas as pessoas que conseguem lidar com os serviços de atendimentos de urgência e emergência. Algumas vezes, você irá precisar lidar apenas com casos simples, como cortes pequenos e rasos, porém, muitas vezes, você precisará lidar com pacientes que estão entre a vida e a morte. Para isso, você precisará de muito controle emocional, condicionamento físico, conhecimento teórico e, principalmente conhecimento prático. Entretanto, se o seu sonho é trabalhar nessa área, não desanime, procure cursos que preconizem, principalmente, muito treinamento prático e depois você estará apto para realizar serviços médicos de urgência e emergência. Benefícios da formação em um curso de Socorrista Pré-hospitalar O certificado de um curso de Socorrista Pré-Hospitalar é um diferencial no currículo de todo o profissional da área da saúde, ou mesmo, em profissões que não sejam ligadas à saúde. As indústrias, por exemplo, voltam muito a atenção para pessoas com essa qualificação, pois, legalmente, elas precisam ter na equipe pessoas aptas para agirem em caso de acidente de trabalho ou algo relacionado. O curso de Socorrista Pré-Hospitalar pode ser feito por qualquer pessoa, não tendo pré-requisitos quanto à formação ou profissão por envolver também, condutores de veículos de emergência que não fazem parte da área da saúde. Pensando no papel essencial que essa capacitação possui, a 22Brasil Treinamentos desenvolveu cursos de excelência nessa área que possuem foco primordial na prática, de forma a garantir uma formação de excelência. Conheça nosso treinamento especializado em APH através do nosso site.

Atendimento Pré-hospitalar: 5 problemas gerados por não ter um curso na área

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Atendimento pré-hospitalar ou socorro pré-hospitalar é todo suporte à vida de uma vítima em situação de risco, que precede o atendimento de um médico especializado. Geralmente o APH é realizado por socorristas do SAMU, mas pode ser feito por qualquer profissional da área da saúde, bombeiros e, considerando as leis aprovadas recentemente, profissionais da educação. Os cursos de aperfeiçoamento ainda não são considerados por muitos profissionais de saúde. Além de trazerem uma atualização da área, esse aprendizado capacita você contra diversos problemas recorrentes na sua função. É preciso pensar em um curso de atendimento pré-hospitalar, mesmo que isso não conste como obrigatoriedade para uma vaga de emprego. O profissional devidamente treinado, pode evitar cinco problemas que vamos abordar neste post. Confira. 1 – Falta de capacitação para vagas de emprego Em alguns casos a empresa pode não exigir o curso de atendimento pré-hospitalar, contudo, isso vem mudando bastante nos últimos anos. Podemos exemplificar com a aprovação da Lei Lucas. A partir da validação do projeto, as escolas precisarão exigir a formação em primeiro socorros de seus professores. Ao longo dos anos, o que provavelmente vai acontecer é que quem não se preocupou com o curso neste momento, não terá vantagens nas vagas de emprego. 2 – Ausência de conhecimento de protocolos específicos Podemos exemplificar essa questão a partir do atendimento pré-hospitalar para idosos. Há protocolos específicos que orientam o profissional de saúde no suporte à vida do idoso em situação de risco. O trauma geriátrico causa muitas mortes e precisa de atenção. A equipe de atendimento precisa estar treinada, a fim de evitar sequelas e, em casos mais graves, a morte. 3 – Manuseio incorreto de aparelhagem do atendimento pré-hospitalar A tecnologia está cada vez mais presente no atendimento pré-hospitalar. Os aparelhos ganharam mais modernidade e uma praticidade que não existia há cerca de 10 anos. A capacitação em atendimento pré-hospitalar também traz esse conhecimento específico. Principalmente socorristas do SAMU e enfermeiros necessitam de um curso de atualização avançado. A ausência desse, assim como citamos no tópico acima, pode deixar sequelas na vítima ou, até mesmo, provocar o óbito. 4 – Falta de conhecimento sobre proteção individual Não é apenas a vida da vítima que está em risco durante o atendimento pré-hospitalar. O profissional sem a devida capacitação pode não conhecer por completo os equipamentos de proteção individual que precisa utilizar durante uma ação. Os riscos aumentam, principalmente, para atendimentos no ar ou na água. Um curso de resgate aeromédico, por exemplo, traz todo esse embasamento para o profissional que exerce a função, por isso há indicação. 5 – Avaliação errada da cena em atendimento A avaliação de uma cena em atendimento é de grande importância para o APH. Independente se a vítima está com muitas ou poucas sequelas, o socorrista precisa analisar todos os possíveis riscos do local. Acontece que a falta de um curso de APH aumenta as chances de isso não ser feito. A finalidade é evitar novas vítimas ou colocar em risco a vida de profissionais trabalhando na área. A avaliação também deve ser feita de uma maneira rápida e bastante eficaz, que somente técnicas aprendidas em sala de aula podem ajudar. Você ainda não tem um curso de atendimento pré-hospitalar? Convidamos então para conhecer um pouco mais da 22 Brasil. Entre em contato e veja quais as formações disponíveis no momento!   Links Importantes: Curso de APH Socorrista Curso de Socorrista SAMU SP Curso de Primeiros Socorros Bombeiro Civil Curso de APH para Técnico em Segurança do Trabalho CURSO DE PRIMEIROS SOCORROS CURSO DE PRIMEIROS SOCORROS | ESCOLAS E EMPRESAS

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