O que é Inteligência Emocional e porque ela é importante no APH
Entender o que é inteligência emocional e porquê ela é importante no APH com certeza elevará um pouco mais o seu nível de capacitação na área. Descubra. Os profissionais de primeiros socorros e atendimento pré-hospitalar passam por pressão psicológica diariamente. A inteligência emocional vem para mostrar como refletir sobre nossas emoções faz toda diferença nas tomadas de decisões. Contamos um pouco mais sobre esse conceito no post abaixo. O que é inteligência emocional: entendendo o conceito Inteligência emocional é um conceito, criado pelo jornalista científico Daniel Goleman, que explica a capacidade de alguns indivíduos em tomar decisões acertadas independente de suas emoções. Atualmente, essa é uma prática muito trabalhada em coaching, principalmente empresarial. No atendimento pré-hospitalar, a inteligência emocional também é relevante pois, ensina o profissional como agir sobre pressão e risco, sem aumentar ou causar sequelas na vítima. Os 5 pilares da inteligência emocional Daniel Goleman dividiu o conceito de inteligência emocional em 5 pilares. São eles: 1 – Conhecer as próprias emoções É o primeiro passo do processo. Trata-se de saber identificar o que você está sentido e por que você está sentindo. Também cabe nesse pilar, conseguir analisar as suas ações tomadas a partir dessas emoções. 2 – Controlar as emoções Após conhecer as suas emoções, o segundo passo é controlá-las. É o controle que fará você enxergar as melhores formas de atendimento em situações de grande pressão psicológica. 3 – Automotivação A automotivação é saber utilizar as suas emoções de forma adequada nas tomadas de decisões. Um enfermeiro, por exemplo, que recebe uma vítima de acidente grave e com poucos sinais de vida, precisa desenvolver a automotivação para buscar a melhor saída e tentar salvar aquele paciente. 4 – Empatia Talvez, o que mais se mostra em um curso de APH é a empatia. Se colocar no lugar da pessoa em atendimento vai, certamente, ajudar você a identificar melhor as dores da vítima e a melhor maneira de salvar essa vida. 5 – Saber se relacionar interpessoalmente Além de aprender a guiar as suas próprias emoções, você precisa saber fazer isso com as emoções da pessoa em atendimento pré-hospitalar. Sabemos que a maioria das situações é de tensão total, mas entendendo o que é inteligência emocional, você saberá contornar o momento. A inteligência emocional como parte de grande importância do APH Profissionais como bombeiros ou policiais, precisam entender bem o que é inteligência emocional, pois lidam com situações extremas o tempo inteiro. Nesse caso, temos uma atuação diferente dos cargos de liderança. Os profissionais de saúde se sentem completamente pressionados por serem responsáveis pela vida de outra pessoa. Esse tipo de situação nos mostra que o conhecimento da técnica é importante, mas o domínio das suas emoções é fundamental. Você entendeu o que é inteligência emocional e o porquê ela é fundamental em cursos e treinamentos de atendimento pré-hospitalar? Se ficou alguma dúvida, deixe seu comentário ou entre em contato com nossos instrutores a partir do formulário do site! Para saber mais sobre atendimento pré-hospitalar, resgate e primeiros socorros, acesse nosso blog
Colar Cervical Israelense – Lubo
Colar Cervical Israelense – Lubo Fonte e tradução: Elsevier História O Colar Cervical Israelense – Lubo decorre da experiência de campo no Exército de Israel (IDF). O inventor, Dr. Omri Lubovski, é um veterano na unidade prestígio de resgate da aviação 669. Ele percebeu que a necessidade de abrir a via aérea de forma não invasiva, rápida e eficiente, é crucial, especialmente quando a situação da vítima ou o cenário da cena são complicados. A falta de capacidade de abrir e proteger a via aérea do paciente durante a realização da imobilização, levou à invenção da Lubo. A necessidade O conceito Lubo cresceu a partir de duas grandes necessidades no campo da medicina de emergência: – Solução não invasiva de via aérea Embora todas as diretrizes relacionadas aos cuidados intensivos pré-hospitalares e ao medicamento de emergência instruam os primeiros respondentes a cuidar primeiro das vias aéreas do paciente, os meios e os métodos são inadequados. Se são as soluções invasivas que são muito difíceis de colocar e que podem causar sérios danos ao paciente, ou se é o método da via aérea, como elevação da cabeça inclinada, que pode danificar a coluna vertebral, o cuidador não possui solução otimizada. 2,3 . A manobra de impulso da mandíbula é a maneira mais segura e eficiente de abrir a via aérea sem arriscar a coluna 4,6 , mas esse método é difícil de executar manualmente e é impossível manter por mais de alguns segundos. – Armadilhas cervicais Embora colares cervicais tenham sido utilizados nos últimos 50 anos, há um debate em curso sobre a sua essencialidade à luz dos riscos colocados uma vez que são colocados em um paciente 7,9 . A maioria das coleiras cervicais hoje agarra o pescoço e pode resultar em dificuldades nas vias aéreas, bem como no comprometimento da administração das vias aéreas, incensação da pressão intracraniana (ICP), aumento da dor ou dispnéia do paciente, aumento do tempo de cena e atraso no parto para cuidados definitivos 10. Este novo dispositivo destina-se a permitir o gerenciamento não-invasivo das vias aéreas em casos de trauma que requerem gerenciamento imediato de via aérea combinado com uma capacidade de imobilização 1. Os problemas nas vias aéreas são a causa principal da mortalidade nos casos de sobrevivência com lesões traumáticas. Desenvolvemos um protetor externo de vias aéreas inovador combinado a um colar cervical. O novo dispositivo desobstrui as vias aéreas e protege a espinha cervical simultaneamente. Estudo Científico Materiais e métodos: O dispositivo chamado de ‘Colar Lubo‘(Colar Cervical Israelense) possui um suporte para o queixo que pode ser montado a um puxador deslizante no colar. Quando o puxador é empurrado para a frente, a mandíbula se move para a frente, imitando o movimento de anteriorização da mandíbula e, assim, abrindo a passagem de ar. Para analisar a segurança e a eficiência deste novo dispositivo, um teste clínico de duas fases foi realizado. Na fase de segurança, 20 pacientes foram avaliados com relação a reações adversas imediatamente, 2h e 24h após a inserção do dispositivo. A fase de eficiência avaliou a capacidade de abertura e preservação de vias aéreas do dispositivo em pacientes anestesiados. Nesta fase, foram incluídos 10 pacientes que passaram por cirurgias ortopédicas com anestesias gerais. Sete pacientes apresentaram vias aéreas bloqueadas após a indução anestésica. O puxador deslizante fixado no arco da mandíbula foi empurrado 1 cm à frente para desobstruir suas vias aéreas. Resultados: Não houve registro de casos adversos. Nos sete pacientes com vias aéreas obstruídas, o dispositivo externo de vias aéreas/colar abriu e assim manteve as vias aéreas do paciente. Conclusão: O novo dispositivo externo não invasivo para vias aéreas “Colar Lubo” (Colar Cervical Israelense) é seguro e eficiente na abertura e preservação de uma via respiratória em um paciente inconsciente anestesiado com uma via respiratória obstruída. Estes resultados preliminares podem estimular a avaliação de campo. Obstruções de vias aéreas são a causa de morte mais rápida em pacientes com lesões múltiplas. 1 Complicações em vias aéreas são consideradas uma das grandes causas de mortalidade em pacientes sobreviventes com lesões. 2 Obstruções supraglóticas de vias aéreas decorrentes de inconsciência ou, menos frequentemente, de trauma direto, são muito comuns. A intubação endotraqueal é considerada o procedimento padrão para a desobstrução de vias aéreas. 3 São utilizados também outros métodos menos invasivos, como a máscara laríngea e a abertura de vias nasais ou orais, e procedimentos mais invasivos, como a cricotireoidostomia. Entretanto, todos possuem diversos riscos. Tratando-se de intubação endotraqueal pré-hospitalar, existem altos índices de falha e de complicação.4,5 A imobilização espinhal é um dos procedimentos pré-hospitalares realizados com mais frequência, embora existam poucos dados comprovando os resultados.6 A proteção de vias aéreas com controle da espinha cervical é a primeira ação realizada quando se trata pacientes com trauma. Reduzir o intervalo de tempo entre a lesão e a entrada no hospital é um fator crítico no tratamento do paciente.7–9 Embora não esteja comprovado que altera o resultado,10,11 o objetivo das equipes de emergência pré-hospitalar permanece sendo o transporte rápido de pacientes com trauma com a preservação da abertura de uma via respiratória e a imobilização da espinha cervical. Desenvolvemos um protetor de vias aéreas não invasivo inovador que imita a manobra de anteriorização da mandíbula. Este mecanismo está integrado a um colar cervical. O dispositivo foi concebido para estabilizar a espinha cervical enquanto empurra a mandíbula para a frente, aliviando a obstrução supraglótica da entrada de ar causada pela inconsciência. Sendo um dispositivo externo e fácil de usar, este colar tem a capacidade de superar vários obstáculos encontrados pelas equipes de emergências médicas (EMS) e pode reduzir o tempo levado para uma evacuação rápida e segura. Um protótipo foi desenvolvido e sua segurança e eficiência, avaliadas. A hipótese testada foi a de que o dispositivo abre e assim mantém uma via respiratória em pacientes inconscientes bloqueadas em função de obstrução supraglótica. Examinamos também a existência de casos adversos decorrentes de sua aplicação. Inventor: Omri Lubovski Principais características do Colar Cervical Israelense – Lubo: – Gerenciamento não-invasivo das vias aéreas. – Imita a manobra de impulso da mandíbula enquanto protege a coluna cervical. –
Suporte Intermediário de Vida – SIV | Mudanças COFEN
Atendimento Pré-hospitalar pode sofrer grandes melhorias com propostas do Cofen. A Confederação Nacional de Urgência e Emergência do Cofen – Conselho Federal de Enfermagem, declarou publicamente que algumas mudanças podem ocorrer no atendimento pré-hospitalar que atualmente é feito no Brasil. Considerado um dos mais deficientes, o APH ainda pega profissionais de saúde emergencial de surpresa. A proposta desenvolvida pelo Cofen prevê a criação do SIV – Suporte Intermediário de Vida, com intenção de qualificar mais o processo de atendimento e trazer mais respostas positivas para as vítimas em situação de risco. O que é o SIV? O Suporte Intermediário de Vida – SIV, será mais uma ferramenta que dará suporte aos profissionais de atendimento pré-hospitalar no Brasil. Hoje há um certo despreparo por parte desses, que se encontram sem uma orientação mais avançada de como atuar em situações mais emergenciais. O SIV vem com um modelo de aperfeiçoamento. Ele levará aos profissionais de enfermagem uma autonomia maior quanto a sua atuação em emergências. Serão distribuídas ambulâncias com profissionais devidamente treinados, sendo um enfermeiro de nível superior e um condutor de ambulância, que também passará por treinamentos especializados. Como acontecerá o Suporte Intermediário de Vida Como foi citado anteriormente, o Suporte Intermediário de Vida será um atendimento complementar ao Atendimento Pré-hospitalar. Profissionais de enfermagens estarão disponíveis para dar suporte a bombeiros ou médicos do Samu, a partir de um treinamento próprio. Buscamos uma forma de explicar didaticamente como acontecerá esse processo e levamos em conta uma vítima com parada cardiorrespiratória. Infelizmente hoje há uma realidade bastante precária para equipes de SAV e APH quanto a esse tipo de reanimação. A equipe de SIV prestará um atendimento baseando-se em um protocolo institucionalizado, adquirido a partir de treinamento específico e com a ajuda da telemedicina. A equipe de SIV dará o suporte à vítima a partir de uma reanimação cardiopulmonar, onde todos os quesitos de compressão torácicas são atendidos. Há o complemento com terapia medicamentosa, terapia elétrica, acesso intraósseo como uma segunda opção ao acesso venoso e também acesso de via aérea por dispositivo supra glótico. Porque o treinamento é fundamental? É justamente pelo uso das técnicas que citamos no tópico anterior que a equipe de SIV e APH precisa de um conhecimento técnico sempre atual. Isso é feito através de treinamentos em centros de educação para urgências e emergências hospitalares. Há uma real necessidade do suporte intermediário de vida. A partir dessa, o APH consegue identificar mais detalhadamente e rapidamente os problemas apresentados pela vítima em situação de risco. Todas as situações são avaliadas mais criteriosamente e o paciente é, consequentemente, atendido com mais rapidez. O treinamento em SIV e APH indicado pelo Cofen nesta nova modalidade traz a intenção de uma assistência mais qualificada para a vítima, evitando sequelas sérias e prejuízo físicos ou limitadores à qualidade de vida. É preciso, porém, que o Cofen e a Confederação Nacional de Urgência e Emergência consigam institucionalizar o protocolo do SIV na PCR e em outros atendimentos emergenciais. Qual o curso ideal para você?
O que é APH
O que é APH APH significa “Atendimento Pré-Hospitalar“. É o atendimento fora do ambiente hospitalar. Esse termo é muito conhecido entre profissionais da enfermagem, médicos, bombeiro civil, agentes de aph do SAMU, Resgate e no meio dos profissionais da área da saúde. Definição de APH e Origem É também chamado pelos leigos como “Resgate” e, é um termo utilizado entre os profissionais da área da saúde. Na prática, o termo utilizado no meio acadêmico é APH. Esse atendimento pré-hospitalar teve início no final dos anos 1700 através do médico chefe militar francês de Napoleão, o Barão Dominique Jean Larrey (o pai do APH). O “Barão Larrey” é conhecido como o pai dos serviços de emergência médica na era moderna e conseguiu reconhecer a necessidade de atendimento pré-hospitalar imediato. No início dos anos 1800, ele havia estabelecido a teoria básica do atendimento pré-hospitalar que continuamos a usar até hoje em dia: Faz parte do APH: A ambulância Treinamento adequado de equipe médica e resgate Atendimento e recuperação do paciente no campo de batalha Controle de hemorragia ainda em campo Deslocamento para um hospital nas proximidades Prestação de cuidados durante o caminho Desenvolvimento de hospitais na linha de frente Em agosto de 1864, a Cruz Vermelha Internacional foi criada na primeira convenção de Genebra na Suíça. A convenção reconheceu a neutralidade dos hospitais e garantiu a passagem segura para ambulâncias e equipes médicas para remover feridos em campo de batalha. Mais adiante, já no século de 1900, as guerras foram responsáveis por aprimorar técnicas do atendimento pré-hospitalar, como por exemplo, primeira e segunda guerra mundial, guerra da Coréia, guerra do Vietnã, guerra Iraque e Afeganistão. Em 1978 foi criado o curso ATLS – Suporte de Vida Avançado no Trauma (Advanced Trauma Life Support , ATLS) e, por fim, no programa PHTLS (Pre Hospital Trauma Life Support) – Atendimento Pré-Hospitalar ao Traumatizado. Os primeiros cursos de PHTLS focaram em intervenções de “Suporte Avançado de Vida ( SAV )” para pacientes com trauma em campo até o ano de 1985. Em 1986 , um curso que englobava “Suporte Básico de Vida ( SBV )” também foi desenvolvido. Em 1988, os militares dos Estados Unidos ( EUA ) determinaram de forma rigorosa que seus médicos de combate fossem treinados em PHTLS. Para nós, brasileiros da área da saúde, esse treinamento é conhecido como curso de APH. Para leigos, a mesma didática é conhecida como curso de primeiros socorros, no entanto, existem muitas diferenças consideráveis. Dados da OMS sobre vítimas de trauma Destacamos que, de acordo com relatórios da Organização Mundial de Saúde – OMS -, acidentes de trânsito matam 1,24 milhão de pessoas por ano. Essa é a causa número um de morte por trauma e, deixa entre 20 e 50 milhões de pessoas feridas ou inválidas. De todas as mortes por acidente de trânsito, mais de 90% ocorrem em países de baixa ou média renda. Em todo o mundo mais de 5,8 milhões de pessoas morrem anualmente de trauma, tanto de forma intencional como de forma não intencional (suicídio e homicídio). O trauma é a principal causa de morte em pessoas entre 01 e 44 anos de idade Conforme essas estatísticas, o trauma é um problema mundial. Nós que trabalhamos nesse ambiente do atendimento pré-hospitalar temos a obrigação de prevenir lesões e minimizar sequelas em nossos pacientes.Socorristas bem treinados em APH podem fazer a diferença entre a vida e a morte, entre lesões leves, invalidez temporária, invalidez grave ou permanente, ou entre uma vida de produtividade e uma vida de dependência. Por isso reiteramos, “conhecimento e preparo salvam vidas”. APH, SBV e SAV – Por que essas siglas são importantes para a sua profissão? Uma boa equipe de enfermagem precisa conhecer profundamente três siglas importantes para todo atendimento pré-hospitalar: APH, SBV e SAV. Infelizmente essas práticas e didáticas ainda são levadas com uma certa displicência pelos cursos da área. Você saberia nos responder, especificamente o que é um atendimento de APH, SBV e SAV, além de destacar a importância deles para a sua profissão? Nós explicamos. APH – Atendimento Pré-Hospitalar Como o próprio nome já denuncia, o APH é o atendimento feito por uma equipe de saúde às vítimas em situações de urgência e emergência. É preciso ter um grupo especializado em atendimento pré-hospitalar para que os primeiros cuidados sejam realizados com a segurança e a rapidez que a vítima precisa. Esse atendimento é realizado sempre em ambientes fora do hospital e têm o objetivo de evitar a internação hospitalar ou traumas de grande incidência. O APH, segundo a Portaria 2048, de 5 de novembro de 2002, do Ministério da Saúde, pode ser móvel ou fixo, dependendo da empresa e da necessidade de cada vítima. O APH é sempre realizado por dois tipos de profissionais: os Oriundos da Área de Saúde – que inclui enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem e médicos – e os Não Oriundos da Área de Saúde – que são os policiais, bombeiros, guardas municipais e militares -. Esses procuram estabilizar, mobilizar e socorrer a vítima no menor tempo possível e com o máximo de segurança para evitar traumas maiores. SBV – Suporte Básico de Vida Esse suporte consiste em todos os procedimentos básicos que podem ser realizados e concretizados até a chegada de um socorro completo para a vítima. O principal objetivo do SBV é preservar a vida do socorrido que se encontra em situação de urgência e emergência. O SBV deve ser realizado o quanto antes para reduzir ou eliminar o máximo de sequelas para a vítima. Justamente por esse motivo se faz necessário um treinamento eficiente e um conhecimento sempre atualizado das técnicas de APH. Reiteramos que os cursos da 22Brasil Treinamentos são baseados nas melhores literaturas de APH do mundo como o PHTLS, GRAU, TRAUMA, ACLS, BLS e American Heart Association ( Associação Americana do Coração ). SAV – Suporte Avançado de Vida Podemos dizer que o SAV é um tipo de suporte mais invasivo, ou seja, pode haver atendimento com intubações de vias aéreas, uso de medicamentos específicos ou técnicas